Data: De 13 de setembro a 29 de novembro | Segundas, às 19h
Tipo de evento: #Presencial #AoArLivre
Classificação: 12 anos
Duração: 60 min

 

ENTRADA GRATUITA* | SUJEITO À LOTAÇÃO

Distribuição de ingresso por ordem de chegada.

 

Release

O Teatro Prudential abre suas portas para a nova cena teatral carioca, com a realização da série “Dramaturgia em Leituras” de 13 de setembro a 29 de novembro, nas segundas sempre às 19h

 

Com 12 textos inéditos, a série traz diversidade e pluralidade com temas atuais do cotidiano. Entrada franca com distribuição de ingresso no local

 

Durante três semanas o Teatro Prudential recebeu 174 inscrições para o projeto Dramaturgia em Leituras, que vai dar oportunidade para autores, diretores e artistas testarem os seus espetáculos futuros em forma de leituras, com textos inéditos ou clássicos revisitados, recebendo toda a estrutura necessária. Do total, foram selecionados 12 textos que serão apresentados toda segunda-feira a partir do dia 13 de setembro, sempre às 19h, na área externa do teatro. É uma oportunidade de apresentarem seus futuros projetos ao público e aos parceiros, como um experimento. Após cada leitura haverá um bate-papo com a plateia, promovendo uma troca sobre as impressões e opiniões.

 

Para a grande estreia foi escolhido um texto desenvolvido especialmente para a série – 5 MANEIRAS DE SURTAR SEM PERDER A SANIDADE, uma comédia escrita por Vinícius Soares e interpretada por quatro atores que trazem situações do cotidiano com uma pitada de neurose, ciúme e paranoia, quem nunca? Outro texto que se destaca é DIARIO PROIBIDO, que vai debater os números da violência contra as mulheres, que vem crescendo desde o início da pandemia, no Brasil. A cada minuto do ano de 2020, uma mulher fez denúncia sobre caso de violência doméstica, informou a nova edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Escrito por Thiago Palosky em parceria com Cláudia Krópf, os 12 monólogos serão interpretados por mulheres, com relatos de feminicídio e violência doméstica.

 

A curadoria, dirigida pela produtora artística do Instituto Evoé, Maria Siman, buscou trazer para o palco uma pluralidade, contemplando para a programação diversos gêneros e estilos: drama, comédia, musical, experimentos, artistas consagrados e coletivo de jovens artistas iniciantes. “O intuito é apresentar um olhar plural dentre os inscritos, priorizando a diversidade, a novos e consagrados dramaturgos, além de criar uma conexão com o que será apresentado no ano que vem.

 

Para Aniela Jordan, Presidente do Instituto Evoé, que administra o Teatro Prudential, a série receberá nomes consagrados da cena carioca, além de dar oportunidade para novos nomes da dramaturgia. “O Teatro Prudential está aberto para receber e dar voz a talentos que ainda não tiveram oportunidade de mostrar o seu trabalho. Estamos todos muito felizes com os textos que recebemos e ansiosos para o resultado”.

 

Dentre os 12 projetos selecionados, estão confirmados grandes artistas, autores e diretores como Ary Coslov, Vera Fischer, Mouhamed Harfouch, Tadeu Aguiar, Guida Vianna, Silvia Buarque, Pedro Bricio, Daniela Pereira de Carvalho, Renata Mizrahi, Lilia Cabral, Babu Santana, Carolina Virguez, Guilherme Leme Garcia, Victor Garcia Peralta, Analu Prestes, Emilio Orciollo Netto, Miwa Yanagizawa, Ivone Horfman, Ernesto Piccolo. Para a realização das leituras, o Teatro Prudential oferecerá equipamentos básicos de som e luz, técnicos operadores, catering e divulgação.

 

A plateia ficará na área externa do teatro, respeitando as normas de distanciamento. As apresentações são gratuitas, com distribuição de ingresso por ordem de chegada. A casa terá capacidade para 80 pessoas.

 

 

 

PROGRAMAÇÃO

 

13 SETEMBRO

5 MANEIRAS DE SURTAR SEM PERDER A SANIDADE

 

Texto desenvolvido especialmente para a série “Dramaturgia em Leitura do Teatro Prudential”. Uma comédia para 4 atores, com Direção e Dramaturgia de Vinicius Soares que traz à tona cinco situações do cotidiano: um escritório, um encontro de casais, uma corrida eum encontro esotérico. Cenas que testam e questionam as

 

fronteiras  entre o surto e sanidade. Manias, paranoias e neuroses se tornam temas de uma discussão leve, cômica e irônica, tendo como pano de fundo questões psicanalíticas, que foram as grandes referências para a construção do texto: competitividade, ciúmes, carências, companheirismo e afetividades.

 

Texto e Direção: Vinicius Soares

Com Dennis Pinheiro, Karen Júlia, Amanda Ramos e Rômulo Belotti

Direção de Produção: Thiago Ramires

Realização: Turquesa Produções

 

20 SETEMBRO

QUANDO EU FOR MÃE QUERO AMAR DESSE JEITO

 

A peça tem início com septuagenária D. Dulce Carmona às voltas com a notícia do casamento de seu filho Lauro com uma mulher que ela nem sequer conhece. Contagiado pelos extremos nos quais o mundo se encontra, o espetáculo revela a luta de D. Dulce Carmona em dar a seu único filho, Lauro, um futuro digno de sua estirpe e, principalmente, de fazer sobreviver o genoma de sua família. Como um animal ameaçado de extinção, ela reorganiza seus valores morais sob o viés particular de seu desmedido amor maternal e da força brutal de seu desejo de perpetuar-se e de reestruturar a imagem de sua família. Porém, para realizar seus propósitos, D. Dulce terá que se defrontar com uma outra força tão obstinada e corroída quanto a sua, é imbuída da ignorância ingênua e dos arroubos da juventude: trata-se da noiva de Lauro.

 

Mas só há lugar para uma mulher nesta casa.

 

Texto – Eduardo Bakr

Elenco – Vera Fischer, Larissa Maciel e Mouhamed Harfouch

Direção – Tadeu Aguiar

 

27 SETEMBRO

A MENINA ESCORRENDO DOS OLHOS DA MÃE

 

A peça se divide em duas partes, dois momentos – distantes no tempo e no espaço – da vida da personagem Antônia. No primeiro, ela, aos 50 anos, está em um quarto de hotel de Tel Aviv, acompanhada de sua mãe Elisa. As duas têm uma relação distante e, por iniciativa de Elisa, fizeram a viagem na tentativa de se reaproximarem. Os esforços de ambas esbarram sempre no que elas chamam de “parede de gelo”, um obstáculo invisível que as separa. Em uma noite angustiada, Antônia acaba por revelar à mãe um segredo que guardava, apenas para si, há 30 anos: ela teve um bebê que foi dado para adoção. Na segunda parte, Antônia têm 70 anos e, pela primeira vez na vida, se encontrará com Helena, a criança que entregou para adoção recém-nascida, cinquenta anos antes. A filha biológica a localizou na intenção de conhecer a própria origem. Numa noite, em um jantar no restaurante de Helena em Porto Alegre, terão a oportunidade de conversar sobre suas trajetórias e sobre os laços hereditários que as une.

 

Texto: Daniela Pereira de Carvalho

Elenco: Guida Vianna e Sílvia Buarque

Direção: Pedro Brício

 

04 OUTUBRO

MUITO PELO CONTRÁRIO

solo com Emilio Orciollo Netto

 

Rodrigo e Gabi são pais de primeira viagem. Depois de um ano trocando fralda, amamentando, acordando de madrugada e submetendo-se a todos os perrengues exigidos por um recém-nascido, veem-se diante de um bebê estupendo – e de uma relação estropiada. Doze meses de insônia, pijamas, olheiras, pantufas e golfadas no ombro não são exatamente o cenário mais adequado para que brilhem o romance, o sexo e a alegria da vida a dois – ou melhor, a três.

 

No momento em que Rodrigo acha que sua vida sexual acabou, que sua libido foi acachapada pela paternidade, conhece no trabalho uma mulher que lhe desperta o desejo. Sob toneladas de culpa, ele se pergunta: qual seria a gravidade de um sexo casual com a colega? Ele não quer uma amante. Não pensa de jeito nenhum em se separar.  Sexo casual com outra mulher faria dele um monstro da masculinidade tóxica? Um parceiro desleal com Gabi, sua amada esposa? Ou apenas um ser humano livre que dispõe de seu corpo com liberdade durante sua curta passagem sobre a terra?

 

Texto:  Antonio Prata

Com Emílio Orciollo Neto

Direção:  Victor Garcia Peralta

 

11 OUTUBRO

O HOMEM LIXO

 

“Os textos aqui reunidos são, na verdade, módulos para composição teatral. Nenhuma ordem é imposta pelo autor. São como pedaços de um espelho quebrado. Houve uma vez o objeto em perfeito estado. Ele refletia o céu, o mundo e a alma humana. E houve, não se sabe quando nem porque, a explosão. Os pedaços de que dispomos hoje fazem parte sem dúvida da matéria original. E é nesse pertencimento à matéria original que reside sua unidade, seu perfume, sua identidade de atmosfera. De resto, o jogo consiste em reconstituir o objeto inicial. Mas o fato é que é impossível, uma vez que o espelho original jamais foi visto e não se sabe como era. Talvez faltem alguns pedaços… No entanto, o jogo é fascinante, pois cada vez que reunimos os módulos disponíveis, construímos algo, de qualquer modo. Um espelho que nunca é perfeito, mas que reflete muita coisa… Esse jogo não tem fim. Pode até permitir aos atores procurar, a cada espetáculo, uma outra história, um outro espelho… Com esses monólogos, que convidam a construir um conjunto, o autor quis impor ao diretor uma única restrição: a liberdade absoluta”.

 

Texto:  Matéi Visniec

Elenco: Analú Prestes, Isio Ghelman, Mario Borges, Stela Freitas e Marcelo Aquino.

Direção : Ary Coslov.

 

18 OUTUBRO

DORA & THEO

 

A  peça  nasceu a partir do curta-metragem Bodas (2015) de Renata Mizrahi vencedor do Prêmio de Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema de la Gent Gran – Espanha.  Uma mulher de 75 anos diz que quer se separar de seu marido no dia de sua festa de Bodas de Ouro.  Ela não aguenta mais fingir sobre seus sentimentos para agradar sua família. Enquanto a festa rola, Dora se despede. O curta acaba nesse momento. E é onde a peça começa: Dora corre para a casa de seu neto Theo. Enquanto passa um tempo lá até decidir o que pretende fazer, ela tem a oportunidade de conhecer melhor seu neto e as questões de sua geração. O texto coloca em foco o embate de gerações: de um lado Dora de 75, com desejo de vida, de se ressignificar mesmo com uma idade avançada e Theo, 22 anos, um jovem independente, mas cheio de medos e angústias para seguir a vida.

 

Texto: Renata Mizrah

Elenco: Guida Vianna e Cadu Libonati

Direção Guilherme Leme Garcia

 

25 OUTUBRO

AS METADES DA LARANJA

 

Dramaturgia inédita e costurada por grandes clássicos da música romântica. “As metades da laranjas” é uma comédia-musical que satiriza os clichês do gênero melodramático e problematiza os relacionamentos tóxicos. A partir da jornada de Dom e Linda a trama de ciúmes é permeada por revelações e conduz o expectador à um final surpreendente.

 

Texto e Direção: Tauã Delmiro

Elenco: Analu Pimenta, Victor Maia e Tauã Delmiro

Direção Musical: Tony Lucchesi

 

O1 NOVEMBRO

DIÁRIO PROIBIDO

 

Em 2020, com a chegada a pandemia, o Brasil somou mais de 230 mil casos de violência doméstica. Isso significa que a cada minuto do ano ocorreu uma denúncia de agressão física dentro de casa.  Baseado nestes dados, foi criado o projeto Diário Proibido, pelo autor Thiago Palosky em  parceria com Cláudia Krópf. São 12 monólogos femininos que dão vida a diversas situações de violência  doméstica.

 

Atrizes interpretam os relatos de diferentes formas, mostrando que a violência doméstica às mulheres  ocorre nos mais diversos níveis sociais em infinitas modalidades:  Moral, física, psicológica, patrimonial e sexual ocorrem às mulheres, sejam héteros ou homossexuais, em qualquer período da vida.

 

O projeto Diário Proibido visa trazer à tona, em forma de relatos  emocionantes, este assunto que é tão relevante atualmente e que teve crescimento exponencial em seus números  com o surgimento da pandemia.

 

Os Monólogos:

Eu te amo: Empregada relembra abuso sofrido pelo patrão.

 

Hiato: Através de lembrança, mulher relembra abuso sexual pelo motorista escolar. Júlio: Profissional relata violência moral sofrida pelo próprio marido no trabalho. Leo: Mulher revive a dor de violência sexual ao ver o filho sofrer a mesma situação. Zé Ninguém: Uma dentista tem seus bens pessoais destruídos e o direito de ser quem é pelo marido.

 

Um Conto Real: Mulher em torno de 50 anos relata violência doméstica que a faz  escolher entre filho e o marido.

 

Vai para o Inferno: Adolescente abusada pelo pai relata como se livrou da situação. Temos de Escola: Mulher lésbica de aproximadamente 60 anos relembra humilhações e abuso sofrido na época de escola.

 

Valtinho: Mulher madura tem seu relacionamento alterado após um acontecimento  trágico.

 

Amadeo: Adolescente expulsa de casa por pais conservadores tem sua vida transformada  por desconhecido.

 

Minhas Meninas: Mulher jovem sofre diversas humilhações pelo marido ciumento. Sobrevivência: Mulher transexual relata dificuldades enfrentadas na sociedade.

 

Textos: Thiago Palosky e Cláudia Krópf

Elenco: Alexsandra Torres, Beatriz Siracusa, Cilene Guedes, Cláudia Krópf, Dju, Jade  Pereira, Júlia Couto, Ingrid Manzini, Lúcia Sanuto, Luana Farnezi e Rosângela Tozzi.

Direção: Menelick de Carvalho

 

08 NOVEMBRO

SERGIO ROVARI – 3 PEÇAS CURTAS

 

O presente de Carluxa, Os velhos e A velha e os cilindros

 

O PRESENTE DE CARLUXA:

O casal Janaína e Jefferson, negacionista, terraplanista e acima de tudo antivacina, recebe a visita de Cristina, a avó paterna que chega para trazer o presente de aniversário da netinha Carluxa, que está completando quatro anos. O teor do presente trazido pela avó causa um tumulto tão grande que Carluxa, que dormia no quarto ao lado, acorda e toma uma atitude surpreendente até para o padrão dos nossos dias.

 

OS VELHOS

Diante de uma equipe de jornalistas, um casal de idosos revela uma descoberta assustadora em um terreno baldio nas proximidades de um loteamento onde eles vivem sozinhos há mais de oito anos.

 

A VELHA E OS CILINDROS

No fim da vida, prestações da casa quitadas, filhos criados, missão cumprida: a velha então se da todos os direitos que ainda pudesse desejar. Até mesmo cilindros de oxigênio…

 

Texto: Sérgio Rovari

Elenco: Guida Vianna, Leticia Isnard, Isaac Bernat, Alcemar Vieira

Direção: Isaac Bernat

 

15 NOVEMBRO

CAFÉ ALMOÇO JANTAR

 

A peça retrata três períodos históricos do Brasil através da trajetória de um pequeno restaurante comandado por Dona Filó, e seus desdobramentos familiares.

 

O primeiro episódio, “Café”, se passa em 1986, nos primeiros momentos da nova república, após vinte anos de ditadura militar. Filó recebe no café da manhã a visita do filho-problema, Paolo. Paolo revela a descoberta recente de um filho, Hermes, que teve com uma guerrilheira de esquerda, desaparecida durante a ditadura. Paolo insiste que Filó fique com a criança por uma tarde, para que ele possa resolver problemas particulares.

 

O segundo episódio, “Almoço”, se passa em 1994, com o Brasil do plano real finalmente estabilizando a inflação e começando um período de crescimento econômico, Filó organiza um almoço para Hermes, que cria desde 1986, quando Paolo o deixou “por uma tarde” no restaurante. Filó pretende usar o almoço para fazer com que seu pai, militar, encaminhe o neto para uma academia de oficiais. Mas Hermes tem planos bem diferentes para a própria vida, e com a ajuda do garçom Américo, melhor amigo e dublê de tio, anuncia que está de partida para Nova York.

 

O terceiro episódio, “Jantar”, se passa em 2018, com a ascensão da extrema direita no Brasil e nos EUA. Com a morte de Filó, a pensão está para ser vendida. Hermes, agora um professor de literatura estabelecido nos EUA, volta ao Brasil para reencontrar o pai, Paolo, pela primeira vez desde criança, para que juntos decidam o que fazer da pensão e de suas histórias.

 

Texto: Ivan Fernandes

Elenco: Andrea Dantas, Renato Albuquerque, George Sauma, Luca de Castro

Direção: Ernesto Piccolo

 

22 NOVEMBRO

APOCALIP-SE

 

“Apocalip-se” é uma obra teatral inédita, sobre o fim do mundo como metáfora de transformação e renovação de um artista e será concebido como um “monólogo musical”, de 60 minutos de duração.

 

“Apocalip-se” desconstrói a realidade ao redor de um homem solitário durante a pandemia. A desconstrução começa no despertar de um dia qualquer, em que o cotidiano perde seu frágil sentido. Copacabana explode em fragmentos de pedras portuguesas brancas e pretas e seus desenhos ondulados, aos quais o personagem se agarrava, não seguem os caminhos de antes.

 

Estamos em um momento da história em que a Humanidade tomou consciência da enorme vulnerabilidade que o nosso planeta possui. Assim como o protagonista do espetáculo APOCALIP-SE, enfrentamos novas perspectivas: grandes incertezas e um futuro imprevisível. É nesse cotidiano que o personagem central avalia a sua vida, testa seus limites e sua visão de mundo e se transforma. O apocalipse, aqui, não tem o sentido de destruição, mas sim, o de revelação e transformação da consciência.

 

Em 2007, a autora Júlia Spadaccini e o ator e diretor Jorge Caetano criaram a Cia Casa de Jorge, onde desenvolvem, desde então, uma dramaturgia conectada com os novos comportamentos contemporâneos. A partir deste encontro, foram realizados espetáculos como o consagrado A PORTA DA FRENTE, (vencedor do prêmio SHELL e FITA 2013, de melhor autor), NÃO VAMOS FALAR SOBRE ISSO AGORA, OS

 

ESTONIANOS, O CÉU ESTÁ VAZIO, e AOS DOMINGOS, (indicado aos Prêmios SHELL e Cesgranrio de melhor autor), todos sucesso de público e crítica. Para celebrar essa parceria bem-sucedida, que em 2022 completará 15 anos, a dupla junta-se antigos parceiros para realizar o sexto trabalho da Cia: APOCALIP-SE.

 

O diretor musical e compositor Felipe Storino (Prêmio Shell, Cesgranrio e APTR melhor direção musical por Caranguejo Overdrive) é parceiro artistico de Jorge Caetano desde 2011, nos espetáculos: “Outside” (onde ambos foram vencedores dos prêmios APTR e FITA de melhor direção musical e ator coadjuvante), “Edypop” e no show “Brilho da Noite” (considerado pela Revista Veja, um dos 10 melhores shows do Rio em 2015).

 

De Julia Spadaccini e Márcia Brasil com Jorge Caetano
Direção: Alexandre Mello e Jorge Caetano
Canções Originais: Felipe Storino
Músicos: Felipe Storino, Maurício Chiari, Paula Otero e Marfa Kourakina
Direção De Produção: Maria Dulce Saldanha
Realização: Jcaetano Produções

 

 

29 NOVEMBRO

“JUDY: O ARCO-ÍRIS É AQUI”: UM NOVO ÂNGULO

 

Estará no palco uma Judy Garland raramente vista, para revisitá-la, trazemos, também, uma das mais talentosas atrizes brasileiras, Luciana Braga, estrelando um musical. O espetáculo assume um tom de ambiguidade em que a própria trajetória de Luciana – desde criança perseguida por ser “parecida com Judy Garland” – estará em cena a ponto de levar o espectador a se interrogar quem está no palco: Luciana, falando de Judy, Luciana “incorporando” Judy ou… Luciana falando de… Luciana – que também se reinventa como Judy. A proposta é surpreender o público, deixá-lo na ponta da cadeira, tentando adivinhar o que virá a seguir – na medida em que não se trata de uma narrativa cronológica, linear. Mas, ao mesmo tempo, trata-se também de um monólogo musical brasileiro – ou melhor, um espetáculo solo – em que Luciana não se furtará a entoar os maiores clássicos de Judy.

 

Texto e direção: Flávio Marinho

Com Luciana Braga

 

 

Dramaturgia em Leituras  – de 13/9 a 29/11

Segundas–feiras às 19h

Entrada gratuita | Sujeito à lotação

Classificação indicativa: 12 anos

Apresentações: 06 de setembro a 29 de novembro

 

Toda segunda sempre às 19h

Entrada gratuita

 

 

INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA

Assessoria Teatro Prudential – Sala Adolpho Bloch

MNiemeyer Assessoria de Comunicação

Flavia Motta: flavia@mniemeyer.com.br

Andrea Pessoa: andrea@mniemeyer.com.br

 

 

 

Assessoria Prudential do Brasil

Approach Comunicação Integrada

Luis Lima: luis.lima@approach.com.br

Luceth Carvalho: luceth.carvalho@approach.com.br