SOMAMOS FESTIVAL | ZÉ IBARRA E DORA MORELENBAUM

Data: 06 de novembro de 2021 | Sábado, às 20h
Tipo de evento: #AoArLivre
Classificação: 12 anos
Duração: 80m

 

Vocês estão prontos para somar? Vem aí, o Somamos – Edição 2021!

 

Bora somar com responsabilidade + arte + amor + música boa?

 

Nessa segunda edição do Festival, preparamos line-up glorioso, recheado de grandes promessas da música contemporânea brasileira e ainda vamos contar com uma das atrações da edição passada!

 

Além de  um line-up glorioso, o Festival conta com a presença de DJ antes do começo do show, sempre às 19h, e o bar também estará funcionando com drinks e finger foods pensadas especialmente para você aproveitar o momento.

 

Chegue cedo para vivenciar essa experiência completa!

 

Bora somar com MARIANA VOLKER + CAIO PRADO + ZÉ IBARRA E DORA MORELEMBAUM + JÚLIA VARGAS + LÉO QUINTELLA + ALULU PARANHOS + TOM KARABACHIAN + MARINA IRIS + NATASCHA FALCÃO + GEORGE SAUMA + BANDA BILTRE + DJ DONI & DJ IURI.

 

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#SomamosFestival

 

 

Sobre o show:

 

➕ Release

 

Zé Ibarra é um artista que promete se fazer lembrado e, com 24 anos, já carrega muito na bagagem: é compositor, arranjador, multi-instrumentista e cantor. Sua trajetória começou com a Dônica, banda com a qual lançou em 2015 o aclamado disco ‘continuidade dos parques’, fazendo um som que mistura rock progressivo com MPB. Com esse álbum ganhou o prêmio da música brasileira de 2015 como artista revelação e participou de grandes festivais de música pelo Brasil, como Rock in Rio e Lollapalooza. Em seu trabalho solo, Zé está ganhando cada vez mais espaço no cenário musical, colaborando com outros artistas como Gal Costa, Duda Beat e Tim Bernardes.

 

Entre 2018 e 2019 fez parte da turnê ‘Clube da Esquina’ junto a Milton Nascimento, com quem rodou o mundo. Além de dividir os vocais com Milton e tocar vários instrumentos, o show contava com um momento em que Zé cantava sozinho surpreendendo o público presente. Com uma voz marcante e uma performance arrebatadora ao vivo, Zé agora prepara seu álbum de estreia para o primeiro semestre de 2022. O álbum contará com músicas autorais e versões, onde Zé se pretende a explorar mais sua potência como cantor e cancioneiro popular.

 

Release Dora Morelenbaum:

Dora Morelenbaum tem 25 anos e é cantora e compositora.

Lançou no início de 2021 o seu primeiro EP “Vento de Beirada”, um álbum que sintetiza sua pesquisa e aprofundamento na canção, com composições inéditas autorais e de parceiros, gravadas em 2019.

 

Na mesma época, produziu a faixa “Dó a dó”, lançada no fim de 2020, parceria sua com Tom Veloso.

 

Apesar destes trabalhos estrearem a carreira solo da musicista, Dora já participou de gravações de Ana Frango Elétrico, Julia Mestre, Dônica, entre outros artistas de sua geração com quem tem enorme afinidade. Além disso, fez parte do álbum “Jobim, Orquestra e Convidados”, de Mário Adnet e Paulo Jobim, do projeto do violonista japonês Goro Ito e do grupo Danças Ocultas.

 

Desde 2018, Dora vem se apresentando com seu trabalho solo.

 

ZÉ+ DORA:

Zé Ibarra e Dora Morelenbaum são amigos de longa data e têm a música como elo principal da sua parceria. A troca vai muito além das composições, em novos projetos, produções e nos palcos, tudo isso vindo de uma dinâmica puramente despretensiosa.

 

Suas carreiras são entrelaçadas desde o princípio, e ambos acompanharam de perto seus projetos, Zé com a banda Dônica e o primeiro álbum “Continuidade dos Parques”, além das diversas colaborações com artistas como Duda Beat, Gal Costa e Tim Bernardes, e Dora desde o lançamento do seu primeiro single “Dó a dó” até a produção do EP “Vento de Beirada”, homônimo da canção escrita por Zé, Lucas Nunes e Victor Vasconcellos.

 

Seus projetos conversam entre si de diversas formas, tanto conceitualmente como esteticamente, além das trocas de várias das suas composições entre os projetos de ambos, compondo um corpo de obras quase que uno, um novo microcosmo particular na nossa música.

 

Entre vibratos e glissandos, a naturalidade com que Zé e Dora fazem suas vozes timbrarem como uma só é claramente resultado de anos de convivência e troca e da consonância nas formas de sentir música. Um encontro potente que ainda se pretende a gerar muitos e muitos frutos para a música brasileira.

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